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A cidade cresce entre ruas e arroios... Formam-se casas e esquinas por onde passam automóveis e pessoas de chapéu. Entre a bela arquitetura, alguém pergunta ao cobrador sobre este cheiro. É o aroma eterno da carne cortada, do homem e do boi. É o cheiro do tempo, inevitável e constante tempo, que liga o nunca ao nunca mais.

Viva a abolição! Agora todos nós somos um pouco escravos, disse sorrindo o engraxate em frente ao café. Ouvem-se então batuques, reviras e maxixes, um grito de gol que ecoa pelo céu. Pelotas, tão linda e tão reta, onde os heróis também são marginais... também é negra a cor desta Princesa, como são negros os teus doces, samba e Carnaval.

Este lugar tem histórias não contadas e muitas outras inda por contar. É o carro do tempo, passando de novo o futuro para trás, relendo os fatos sobre os rastros do lugar... Aqui em Pelotas é sempre presente e tudo é ainda, agora e depois.

 

 
            

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